Durante a terceira semana de vida fetal, o mesoderma do septo transverso na extremidade craniana do embrião reorganiza-se para dar origem a uma cavidade distinta, o celoma pericárdico. O revestimento desta cavidade é o pericárdio fibroso primitivo.
As células mesenquimais agregam-se na parte ventral da cavidade para formar o tubo cardíaco primitivo. O tubo é fixado dorsalmente à parede da cavidade por uma dupla camada de revestimento do mesocárdio dorsal. Este último é o progenitor do mesocárdio seroso.
O mesocárdio dorsal aplica-se às superfícies do coração e às raízes dos grandes vasos à medida que estes se formam e se reposicionam durante o desenvolvimento. Eventualmente, o mesocárdio dorsal degenera de seus anexos dorsais, com exceção dos pontos em que bainha a passagem dos grandes vasos para e do coração e algumas conexões entre essas regiões. A área de perda do mesentério dorsal entre as veias - pulmonar e cava - e as artérias - aorta e artéria pulmonar - é denominada seio transverso. O seio oblíquo é formado pela perda do mesentério dorsal entre as veias pulmonares.
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