O risco de AVC é mais elevado nas crianças com anemia falciforme que têm vasos cerebrais anormalmente estreitos. O estreitamento dos grandes vasos intracranianos resulta num aumento da velocidade do fluxo sanguíneo.
Num estudo, definiu-se como anormal um fluxo sanguíneo superior a 170 cm/seg. O risco relativo de AVC em doentes com estudos doppler intracranianos anormais foi de 44 (intervalo de confiança de 95%, 5,5 a 346).
Os autores sugeriram que a política de transfusão de sangue deveria ser mais agressiva nestes pacientes de alto risco.
Referência:
- Adams R. et al. (1992). O uso da ultrassonografia transcraniana para prever o acidente vascular cerebral na doença falciforme. New Engl. J. Med. 326(9), 605-10.
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