Em qualquer momento, encontramo-nos num de três estados de espírito, um baseado numa avaliação racional da nossa situação, os outros dois baseados em memórias registadas sobretudo na primeira infância. Estes estados são designados por Pai, Adulto e Criança. O Adulto é a pessoa que pensa, enquanto o Pai e a Criança são memórias repetidas do que nos aconteceu (principalmente às mãos dos nossos pais) e dos sentimentos que tivemos quando éramos crianças.
Os dois participantes numa transação encontram-se, portanto, cada um num destes três estados. As consultas conduzidas entre um médico paternalista (Parental) e um paciente submisso (Infantil) raramente são do interesse de ambos, mas não produzem conflitos. No entanto, o conflito ocorrerá se o doente não aceitar esta posição e adotar um papel autoritário (Pai) ou uma postura inesperadamente questionadora (Adulto). O melhor entendimento é conseguido através de consultas de adulto para adulto em que as duas partes respeitam a autonomia de cada um.
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