Não é necessário um acompanhamento formal, mas o médico aconselha normalmente o doente a regressar se for o caso:
- se não houver melhoria num determinado período de tempo
- qualquer alteração significativa do estado de saúde
- novos sintomas que tornem o diagnóstico original menos sustentável.
Este procedimento elimina eficazmente do seguimento os doentes com doenças transitórias, mas proporciona uma rede de segurança para os casos em que os sintomas possam indicar uma doença grave. Na maioria das circunstâncias, este procedimento é adequado, uma vez que respeita a independência do doente e incentiva-o a assumir a responsabilidade pelas decisões relativas à sua saúde.
O médico deve, no entanto, deixar claro aos doentes que é a eles que compete dar o próximo passo, especialmente depois de uma visita ao domicílio, sendo a responsabilidade deliberada e consistentemente entregue aos doentes como um bastão ou uma ficha, sem que haja confusão em deixar cair a responsabilidade no chão.
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