Ambos os intervenientes na consulta de Medicina Geral e Familiar têm as suas próprias atitudes, crenças, preconceitos e expectativas. Estas são influenciadas por:
- idade e experiência
- classe social e antecedentes
- educação
- origens étnicas
O médico deve tentar compreender os seus próprios pressupostos e explorar os do doente relativamente à natureza do problema apresentado e ao que constitui uma resposta adequada. Se o doente vem para ser tranquilizado e o médico investiga ou prescreve, o doente pode ir-se embora mais ansioso ou frustrado do que antes.
O doente pode querer algo que o médico não pode ou não está disposto a dar. Se houver alguma dificuldade, o médico deve perguntar a si próprio: "O que é que o doente quer realmente de mim?". O médico deve estar atento às necessidades conscientes e subconscientes do doente, mesmo que estas não possam ser satisfeitas.
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