- a necessidade de tranquilização pode ser a principal, e muitas vezes a única, razão pela qual o doente se apresenta ao médico
- uma tranquilização inadequada é perigosa para o doente e prejudica a credibilidade do médico, devendo ser tão planeada e deliberada como qualquer outra competência médica
- é pouco provável que a tranquilização seja eficaz sem um grau adequado de explicação, bem como sem uma anamnese e um exame adequados. O médico precisa de explorar a compreensão e os receios do doente relativamente aos sintomas, especialmente os sintomas e sinais potencialmente sinistros como a dor no peito, a dor de cabeça ou um nódulo
- a tranquilização requer confiança e esta depende de uma boa comunicação. O médico tem de ter em conta as diferenças de inteligência e educação dos doentes, a sua experiência médica, a sua origem étnica, a sua classe social e a sua personalidade
- a confiança também tem mais peso se existir uma forte ligação entre o médico e o doente. Isto resulta da continuidade dos cuidados, o que pode facilitar a aceitação das opiniões do médico por parte do doente
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