A linfangiografia pode ser mais reveladora do que o quadro clínico. As principais caraterísticas podem incluir:
- hipoplasia linfática - presente em 90% dos casos; geralmente envolvendo linfáticos distais em vez de proximais
- hiperplasia linfática - unilateral ou bilateral - em cerca de 10% dos casos
- obliteração retrógrada - os vasos principais ficam obstruídos distalmente - atribuída ao "die-back" de gânglios linfáticos sobrecarregados
- refluxo quiloso - refluxo do quilo da cisterna do quilo com linfáticos dilatados produzindo vesículas quilosas e fístulas nos membros
A linfangossintigrafia substituiu atualmente a linfangiografia como exame de eleição (devido aos problemas associados, como cicatrizes e atrofia, que podem afetar os vasos linfáticos remanescentes) (1).
A linfangossintigrafia é útil para
- diagnosticar edema em doentes sem quaisquer factores de risco reconhecidos
- diferenciar o linfedema de causas não linfáticas de edema (1).
Referências:
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