Contra-indicações para a utilização de infliximab
Foi notificada a utilização de agentes anti-TNF e a ocorrência de sépsis grave e reativação da tuberculose. A sua utilização deve ser evitada se existirem infecções graves (por exemplo, artrite séptica, abcesso agudo, infecções fúngicas sistémicas) ou se for provável a sua recorrência.
O fabricante do infliximab recomenda que os doentes sejam rastreados para a tuberculose antes da terapêutica e aconselhados a procurar ajuda se desenvolverem sintomas como tosse persistente, perda de peso ou febre que possam sugerir tuberculose. Devido à longa semi-vida do infliximab, o doente deve ser "monitorizado" de perto para detetar infecções durante pelo menos 6 meses após a interrupção do medicamento.
O infliximab deve ser evitado durante a gravidez e devem ser tomadas medidas contraceptivas eficazes. As mulheres não devem amamentar durante pelo menos 6 meses após a interrupção do tratamento.
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