Se houver indícios de uma perturbação subjacente, por exemplo, esquizofrenia, esta deve ser tratada.
Nos casos em que o diagnóstico subjacente não é certo, o tratamento com uma fenotiazina, como a clorpromazina, pode ser útil.
Nos doentes sem outra perturbação subjacente, a psicoterapia pode ser benéfica, mas o tratamento medicamentoso é frequentemente ineficaz.
Se parecer existir o risco de violência, o melhor tratamento para esta doença pode ser a separação geográfica.
Esta doença tem um prognóstico muito mau e, normalmente, só se resolve com o fim completo da relação atual. Existe a possibilidade de recorrência em relações futuras.
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