A filariose linfática (FL), vulgarmente conhecida como elefantíase, é uma doença tropical negligenciada. A infeção ocorre quando os parasitas da filária são transmitidos aos seres humanos através dos mosquitos. A infeção é normalmente adquirida na infância e causa danos ocultos no sistema linfático.
A filariose linfática é causada pela infeção por parasitas classificados como nemátodos (lombrigas) da família Filariodidea. Existem 3 tipos destes vermes filariais filamentosos:
- Wuchereria bancroftique é responsável por 90% dos casos
- Brugia malayique causa a maior parte dos restantes casos
- Brugia timorique também causa a doença.
A OMS recomenda os seguintes regimes de tratamento
- albendazol (400 mg) isoladamente, duas vezes por ano, em zonas co-endémicas com loíase;
- ivermectina (200 mcg/kg) com albendazol (400 mg) em países com oncocercose;
- citrato de dietilcarbamazina (DEC) (6 mg/kg) e albendazol (400 mg) em países sem oncocercose; e
- ivermectina (200 mcg/kg) juntamente com citrato de dietilcarbamazina (DEC) (6 mg/kg) e albendazol (400 mg) em países sem oncocercose e onde se verificam outras condições programáticas.
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