A inibição da função do ADN bacteriano pode ser efectuada, em termos gerais, de duas formas. Em primeiro lugar, o próprio ADN pode ser quimicamente ligado, retirando a capacidade de leitura da sequência ou alterando-a efetivamente. Em segundo lugar, as enzimas necessárias para a leitura do ADN podem sofrer interferências.
Um exemplo da primeira é a nitrofurantoína; a segunda é exemplificada pelo ácido nalidíxico.
Um exemplo mais especializado é o metronidazol, que actua depois de ser metabolizado em bactérias anaeróbias.
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