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Uma única úlcera causada por L. tropica ou L. major que não seja suscetível de estar contaminada por bactérias e seja cosmeticamente aceitável pode ser deixada a curar espontaneamente. Em todas as outras circunstâncias, a leishmaniose cutânea, especialmente a doença difusa e mucocutânea, deve ser tratada.

O medicamento de primeira linha no tratamento da leishmaniose é o composto de antimónio pentavalente, o estibogluconato de sódio. O tratamento é inconveniente porque o medicamento tem de ser administrado por injeção intravenosa diária durante 20-30 dias.

Em caso de doença resistente, pode utilizar-se a pentamidina ou a anfoteracina lipossómica.

Observações:

  • existem provas de um pequeno estudo que demonstra a eficácia do fator estimulador de colónias de granulócitos e macrófagos (GM-CSF) aplicado topicamente como adjuvante da terapêutica antimonial no tratamento da leishmaniose cutânea

Referência:

  1. Santos JB et al. Antimónio mais fator estimulador de colónias de granulócitos-macrófagos humanos recombinantes aplicado topicamente em doses baixas melhora a cicatrização de úlceras de leishmaniose cutânea: um estudo aleatório, duplamente cego, controlado por placebo. J Infect Dis 2004;190:1793-6.

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