Pensa-se que a síndrome do choque tóxico se deve à exotoxina estafilocócica, a toxina 1 da síndrome do choque tóxico (TSST 1), que desencadeia uma série de processos.
Os monócitos são estimulados a produzir citocinas como o fator de necrose tumoral e a interleucina-1. O sistema do complemento é diretamente ativado e este, por sua vez, ativa os neutrófilos que aderem uns aos outros e ao endotélio vascular. O fator XII é também estimulado, o que resulta na promoção da coagulação e na libertação de agentes hipotensores, como a bradicinina.
Estes eventos resultam cumulativamente em danos nos tecidos, extravasamento capilar, febre, alterações metabólicas, vasodilatação e, em alguns casos, coagulação intravascular disseminada.
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