Trata-se de um teste não invasivo da função exócrina pancreática. Depende da hidrólise do dilaurato de fluoresceína pela colesterol éster hidrolase, uma enzima normalmente presente no suco pancreático. A fluoresceína é solúvel em água. É absorvida pelo intestino, conjugada no fígado e excretada na urina, onde a sua fluorescência pode ser medida.
No primeiro dia, toma-se um comprimido contendo dilaurato de fluoresceína e recolhe-se a urina durante 10 horas. No segundo dia, repete-se o mesmo procedimento, mas desta vez com um comprimido que contém a dose equivalente de fluoresceína livre. Isto permite a correção das variações individuais da função intestinal, hepática e renal.
Os resultados são expressos como o rácio de fluoresceína excretada após o dilaurato de fluoresceína e após a fluoresceína livre. Um rácio inferior a 20% é considerado anormal.
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