Se o doente se apresentar numa emergência com obstrução, deve ser passada uma sonda nasogástrica, iniciada a administração de fluidos intravenosos e o doente deve ficar nulo por via oral. No pós-operatório, aplicam-se as mesmas medidas ao doente eletivo, no qual pode haver manipulação do intestino com ileus adinâmico.
O doente em decúbito dorsal deve ser submetido a uma anestesia geral. Deve ser instituído um relaxamento neuromuscular total para facilitar a exposição do saco e o seu encerramento. Após a esterilização da pele, devem ser colocados campos para expor tanto o umbigo como a parte inferior do abdómen, caso seja necessário proceder a uma ressecção intestinal.
Alguns autores utilizam uma película oclusiva à volta do local da operação para limitar a potencial propagação da sépsis.
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