A hormona luteinizante actua em conjunto com a hormona folículo-estimulante nas fases finais da maturação dos folículos ováricos, estimulando a libertação de estrogénio a partir deles. Com níveis baixos ou constantes de estrogénio, o efeito sobre a libertação de LH é negativo. No entanto, quando os níveis de estrogénio se tornam elevados à medida que o folículo se aproxima da maturação, ocorre uma retroação positiva; a hipófise anterior torna-se mais reactiva ao efeito da hormona libertadora de gonadotrofinas e há um pico na secreção de LH. A ovulação ocorre cerca de nove horas após o pico ter sido atingido.
A LH promove então a formação do corpo lúteo - daí o nome - e a secreção de progesterona na segunda metade do ciclo menstrual.
Os níveis elevados de estrogénio, progesterona e inibina têm um efeito de feedback negativo na produção de LH pela pituitária anterior durante a segunda metade do ciclo menstrual.
Referência
- Messinis IE, Messini CI, Dafopoulos K. Novos aspectos da endocrinologia do ciclo menstrual. Reprod Biomed Online. 2014 Jun;28(6):714-22.
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