A actinomicose abdominopélvica é responsável por cerca de 20% dos casos.
Os factores predisponentes incluem
- apendicite aguda (particularmente com perfuração) - representa a maioria (65%) dos casos e pode apresentar-se com uma massa na fossa ilíaca direita
- perfuração gastrointestinal
- cirurgia prévia
- neoplasia
- corpos estranhos no trato gastrointestinal ou no trato genitourinário, com ou sem erosão da barreira mucosa
Os doentes podem apresentar sintomas não específicos, como febre, perda de peso e dor abdominal.
- uma massa fibrosa dura, com cavidades de abcesso, desenvolve-se na fossa ilíaca direita, mas pode nem sempre ser palpável
- podem aparecer múltiplos seios na parede abdominal ou na região perianal
A propagação pode ocorrer através da veia porta, produzindo uma piemia portal, estando o fígado repleto de cavidades de abcesso. Pode ocorrer disseminação para todas as vísceras abdominais.
Embora a actinomicose pélvica esteja predominantemente associada ao DIU, a doença abdominal que se propaga para a pélvis pode resultar em actinomicose pélvica (1).
Referências:
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