Trata-se de uma forma localmente invasiva de mola hidatiforme. É responsável por 5-10% de todas as gravidezes molares e pela maioria dos casos de aumento persistente de á-hCG após a evacuação da mola.
A rotura através do útero é relativamente frequente. Raramente, podem ocorrer metástases para locais mais distantes, como a vagina ou os pulmões.
O tratamento é efectuado por evacuação e quimioterapia. A histerectomia pode ser indicada em doentes com mais de 40 anos de idade.
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