Um pulso que continua a ser doloroso ou em que a fratura ainda é visível após 12 semanas tem uma cicatrização comprometida. A consolidação tardia é reconhecida pela reabsorção óssea e pela cavitação à volta da fratura na radiografia, podendo ser tratada com enxertos ósseos.
A persistência da fratura após 6 meses significa não união. O tratamento depende então da idade do doente e dos sintomas associados.
A fixação interna e o enxerto podem ser indicados em doentes mais jovens.
Os doentes assintomáticos e mais velhos podem não ser tratados.
Uma não união dolorosa pode ser tratada através de esplintagem periódica do punho, embora inconveniente para o doente; através da excisão do estiloide radial para reduzir o stress sobre o escafoide; ou através de artrodese para produzir a fusão óssea do punho.
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