Concentração plasmática em função do tempo: o= absorção rápida ³ o x= absorção normal ³ o o += libertação lenta Tóxico ³ x x ³ o o x Therap'ticÃÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄ ³ x o + x + ³ o + x + ³ x + o x + ³ + x ³o x+ o ÀÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄ Time
Na absorção, a concentração plasmática atinge um pico e depois cai para zero. A curva depende da velocidade e da extensão da absorção. Assim, numa absorção rápida, o pico pode ser muito elevado, de tal forma que esta concentração plasmática pode ser tóxica. Em alguns casos, como o da GTN na angina, os efeitos secundários de uma absorção muito rápida são aceitáveis. Na absorção lenta, a taxa de libertação pode ser suficientemente lenta para que nunca seja atingida uma concentração plasmática detetável. No entanto, é importante referir que a área total sob a curva é a mesma, ou seja, a extensão da absorção é a mesma.
A doença pode alterar o perfil - por exemplo, analgésicos na enxaqueca - de tal forma que a concentração terapêutica não é atingida. Neste caso, podem ser utilizados outros medicamentos, como a metaclopramida, para aumentar a abertura gástrica e, assim, promover a absorção da aspirina ou do paracetamol.
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