Fornecimento de sangue relevante:
- eixo celíaco - primeira porção do duodeno
- artéria mesentérica superior - o resto do intestino delgado e o intestino grosso até à flexura esplénica
- artéria mesentérica inferior - o resto do intestino grosso e parte do reto
- ramos da artéria ilíaca interna - reto distal
Áreas potenciais de isquémia:
- flexura esplénica - divisor de águas entre as artérias mesentéricas superior e inferior
- região rectosigmoideia - divisor de águas entre a artéria mesentérica inferior e os ramos da artéria ilíaca interna
Normalmente, os órgãos digestivos intra-abdominais recebem 25% do débito cardíaco. A hipotensão provoca a oclusão da artéria mesentérica com desvio do sangue para o coração e o cérebro. O intestino pode tolerar uma redução de 70% no fornecimento de sangue sem sofrer danos. A mucosa é a área mais vulnerável; a muscularis propria, a menos vulnerável.
A isquémia, ou seja, um fornecimento inadequado de sangue, resulta em hipoxia tecidular e na acumulação de resíduos tóxicos, que podem causar necrose tecidular, ou seja, enfarte.
O grau de lesão intestinal depende de
- da rapidez da isquémia e da sua duração
- da extensão de eventuais colaterais
- das necessidades metabólicas da zona afetada
- da natureza da flora intestinal - por exemplo, os anaeróbios, como as espécies de Clostridia, podem produzir toxinas que acentuam os danos
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