A regurgitação crónica leva a uma dilatação do ventrículo esquerdo com um aumento dos volumes sistólico final, diastólico final e do volume sistólico. A hemodinâmica é explicada em mais pormenor abaixo:
- Jato regurgitante na diástole - há dilatação e hipertrofia do ventrículo esquerdo como resultado do enchimento com sangue regurgitante, além do recebido do átrio esquerdo. A dilatação e a hipertrofia ventricular são mais acentuadas do que na regurgitação mitral crónica. Em alguns casos, estas alterações ventriculares podem ser extremas (cor bovinum), embora a espessura da parede ventricular permaneça normal.
- Aumento do volume sistólico na sístole - isto deve-se ao facto de apenas uma proporção ser eficaz no fluxo para a periferia. O restante retorna ao ventrículo durante a sístole.
- A duração da sístole é normal, sendo o volume sistólico aumentado ejectado mais rapidamente, o que provoca uma subida rápida da pressão arterial e, frequentemente, um sopro de ejeção.
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