Os doentes retirados da terapêutica com digoxina tinham:
- redução da capacidade máxima de exercício (alteração mediana no tempo de exercício -96 s) em comparação com a dos doentes que continuaram a receber digoxina (alteração no tempo de exercício +4,5 s) (p = 0,003)
- um aumento da incidência de falhas no tratamento: 39% no grupo de retirada da digoxina vs. 19% no grupo de manutenção da digoxina, p=0,039)
- tempos mais curtos para o insucesso do tratamento (p = 0,037)
- maior peso corporal (p = 0,044)
- maior frequência cardíaca (p = 0,003)
- menor fração de ejeção do ventrículo esquerdo (p = 0,016)
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