As fracturas por explosão resultam de uma compressão axial grave, como a que pode ocorrer se um objeto pesado cair sobre a cabeça ou em acidentes de mergulho. Nos casos mais graves, o corpo vertebral rebenta literalmente e os fragmentos ósseos podem ser empurrados para trás, para o canal espinal, causando lesões na medula espinal.
Uma fratura de explosão de C1 (atlas) é conhecida como "fratura de Jefferson". Cerca de 50% dos doentes sobrevivem a esta lesão sem défice neurológico porque a maior parte da massa do atlas está nas duas massas laterais que se deslocam lateralmente para longe do canal espinal.
As fracturas deslocadas são tratadas com tração craniana durante seis a oito semanas, seguida de um colar de plástico até se observar a fusão intercorporal na radiografia.
As fracturas não deslocadas são tratadas com um gesso de halo-body ou, em casos menos graves, com uma cinta cervical.
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