As fracturas não deslocadas - que são pouco comuns - podem ser tratadas de forma conservadora - imobilização gessada durante 2-3 semanas com o cotovelo mantido a cerca de 60 graus de flexão, seguida de exercício.
As outras fracturas do olécrano requerem normalmente cirurgia:
- Fratura transversal deslocada - redução aberta e fixação interna - fios ou parafusos de banda de tensão
- fracturas cominutivas - como no caso de uma fratura transversal deslocada, a não ser que os fragmentos não possam ser reconstituídos, sejam pequenos ou o doente seja idoso, caso em que os fragmentos são excisados e o tríceps é reinserido no cúbito.
Podem surgir complicações se a fratura não for suficientemente reduzida:
- rigidez - menos provável em caso de intervenção precoce
- não união - mas só é necessária uma nova intervenção se a função do cotovelo for inadequada
- osteoartrite
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