O diagnóstico da rutura crónica é um desafio, uma vez que, quando os doentes se apresentam ao clínico:
- a dor e o inchaço diminuíram frequentemente
- o espaço entre as extremidades do tendão está preenchido com tecido fibroso
- a flexão plantar ativa, embora fraca, pode ser possível através da ação dos músculos tibial posterior, flexor longo do hálux, flexor longo dos dedos e peroneal
Por conseguinte, é necessário um elevado índice de suspeição, juntamente com outros exames, para diagnosticar a doença (1).
Exame clínico:
- Ao exame, pode haver
- uma lacuna visível no local da rutura
- perda de massa muscular da barriga da perna
- Garras do dedo do pé e arco medial do pé mais elevado (resultados devidos à acomodação dos flexores longos do dedo do pé à falta de função do complexo gastrocnémio-sóleo)
- O teste de Thompson (ou teste de compressão da barriga da perna) e o teste de Matles podem ser utilizados para detetar uma rutura do tendão de Aquiles
Imagiologia
- radiografias laterais do tornozelo
- Triângulo de Kager distorcido (um pequeno espaço cheio de gordura entre o aspeto anterior do tendão de Aquiles, a parte posterior da tíbia e o aspeto superior do calcâneo)
- pode excluir outros diagnósticos, como avulsões do calcâneo ou outras lesões ósseas
- ultrassonografia
- mostra a descontinuidade do tendão com diminuição ou aumento da ecogenicidade, dependendo da cronicidade da ruptura3
- RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (1,2)
Referência:
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