Apesar de não ser reconhecida, a apneia obstrutiva do sono (AOS) em crianças existe há muito tempo e, em 1889, Hill publicou um artigo que explicava os sintomas da AOS em crianças com obstruções nasais e faríngeas (1).
De acordo com a ENT-UK (Associação Britânica de Otorrinolaringologia - Cirurgia de Cabeça e Pescoço), cerca de um quarto das 27 400 amigdalectomias pediátricas em 2008-9 no Reino Unido foram efectuadas devido a condições obstrutivas (1).
Estudos transversais realizados no Reino Unido revelaram que 12 % das crianças eram roncadores habituais, das quais 0,7 % tinham apneia obstrutiva do sono (2)
- Assim, pode dizer-se que cerca de uma em cada 100 crianças na lista média dos médicos de clínica geral terá AOS, o que aumenta para aproximadamente uma em cada 10 das que ressonam habitualmente
Estima-se que a prevalência da AOS em todo o mundo se situe entre 1 e 2% (2)
Referências:
(1) Powell S et al. Paediatric obstructive sleep apnoea. BMJ. 2010;340:c1918
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