As costelas fracturadas são quase sempre o resultado de uma força direta, embora nos doentes osteoporóticos algo tão pequeno como uma tosse ou um espirro possa fraturar uma costela.
O doente queixa-se de uma dor aguda no peito que piora com a respiração profunda e a tosse. Ao exame, se a parede torácica for comprimida ("saltar") no sentido antero-posterior, a dor agrava-se. A radiografia mostra a(s) fratura(s), geralmente perto do ângulo da costela.
Na maioria dos casos, o tratamento consiste apenas na injeção de um anestésico local e na promoção de um padrão de respiração normal. Em casos raros, um fragmento ósseo pode perfurar o pulmão, dando origem a um pneumotórax. Uma vez tratado o pneumotórax, deve ter-se em conta que a fratura é agora uma fratura composta e devem ser administrados antibióticos.
Referências
- Williams A, Bigham C, Marchbank A. Manejo anestésico e cirúrgico de fraturas de costelas. BJA Educ. 2020 Oct;20(10):332-40.
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