Investigação de suspeita de glioma Imagiologia para suspeita de glioma
- A RM estrutural padrão (definida como séries ponderadas em T2, FLAIR, DWI e volume T1 pré e pós-contraste) deve ser oferecida como teste de diagnóstico inicial para a suspeita de glioma, exceto se a RM for contra-indicada
- encaminhar as pessoas com suspeita de glioma para uma equipa multidisciplinar especializada aquando do primeiro diagnóstico radiológico para o tratamento do seu tumor
- devem ser consideradas técnicas avançadas de RM, como a perfusão por RM e a espetroscopia por RM, para avaliar o potencial de uma transformação de alto grau num tumor que pareça ser de baixo grau na RM estrutural padrão.
Utilização de marcadores moleculares para determinar o prognóstico ou orientar o tratamento do glioma
Reportar todas as amostras de glioma de acordo com a versão mais recente da classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Para além da avaliação histopatológica, incluir marcadores moleculares, tais como:
- Mutações IDH1 e IDH2
- mutações ATRX para identificar astrocitomas e glioblastomas com mutações IDH
- codeleção 1p/19q para identificar oligodendrogliomas
- mutações da histona H3.3 K27M em gliomas da linha média
- Fusão e mutação do gene BRAF para identificar astrocitoma pilocítico
Testar todas as amostras de glioma de alto grau para a metilação do promotor MGMT para informar o prognóstico e orientar o tratamento.
Deve ser considerado o teste de espécimes de glioma de tipo selvagem IDH para detetar mutações do promotor TERT para informar o prognóstico
Referência:
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