Para testar o olfato, começa-se por verificar se as vias nasais estão desobstruídas, observando-as com um espéculo nasal. Em seguida, cada narina é testada sucessivamente com uma série de frascos contendo cheiros familiares, por exemplo, óleo de cravinho, hortelã-pimenta, café, etc. É normal não conseguir nomear os cheiros, mas é possível distinguir um cheiro de outro.
Os odores nocivos, como por exemplo o amoníaco, não devem ser utilizados porque
- são incómodos para o doente
- os estímulos nocivos são detectados pelas fibras sensoriais do quinto nervo - trigémeo - e não pelo nervo olfativo
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