Nesta condição, as contracções do útero são irregulares, pouco frequentes e ineficazes.
O diagnóstico é feito por palpação e medição da duração das contracções. A repetição do exame vaginal revela um colo do útero que não se dilata.
As contracções podem ser reforçadas por re-hidratação, relaxamento (por exemplo, por anestesia epidural), rutura das membranas e utilização de syntocinon intravenoso.
A dose de syntocinon deve ser titulada em função da força e da duração das contracções uterinas para evitar uma ação uterina hipertónica ou a formação de um anel de constrição.
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