Nos recém-nascidos com um ânus imperfurado associado a uma fístula retovesical, o reto comunica com o colo da bexiga. O períneo parece plano à inspeção. O esfíncter e o sacro subjacentes estão geralmente sub ou mal desenvolvidos, diminuindo assim o prognóstico.
É feita uma colostomia descendente antes de se utilizar um procedimento de anorectoplastia sagital posterior (PSARP) para a correção definitiva. A natureza supralevadora do conduto exige a utilização concomitante de uma laparotomia para separação e mobilização do reto.
Após a cirurgia, os movimentos intestinais voluntários só são conseguidos por 20% dos indivíduos até aos três anos de idade.
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