Nesta situação, a cabeça do fémur não sai do seu encaixe, pelo que não se trata de uma verdadeira luxação. Nesta lesão, a cabeça do fémur é forçada a atravessar a parede medial do acetábulo e a entrar na pélvis.
Na radiografia, o assoalho do acetábulo está fragmentado e cominuído. A lesão pode ter ocorrido com força suficiente para dividir o acetábulo, o que pode resultar na deslocação medial de um grande segmento de osso.
É feita uma tentativa de reduzir a deslocação. É aplicada uma tração forte que, se for bem sucedida, é mantida durante 4-6 semanas.
Nesta situação, pode ocorrer artrite secundária. Se isto ocorrer numa pessoa muito jovem, pode ser necessária uma artrodese. O desenvolvimento de artrite secundária numa pessoa idosa pode necessitar de artroplastia.
Referências
- Dawson-Amoah K, Raszewski J, Duplantier N, Waddell BS. Luxação do quadril: uma revisão dos tipos, causas e tratamento. Ochsner J. 2018 outono; 18 (3): 242-252
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