A cisplatina e o seu análogo, a carboplatina, são os fármacos de eleição nos cancros do ovário e das células germinativas.
A administração da cisplatina é dificultada pela necessidade de uma carga de fluidos intravenosos durante a administração do medicamento, devido à necessidade de minimizar a toxicidade renal. A carboplatina é menos nefrotóxica do que a cisplatina, mas mais mielotóxica.
Os estudos demonstraram a existência de uma relação dose-resposta com estes fármacos, o que encorajou a utilização de doses elevadas de tratamento, com os efeitos secundários importantes de náuseas, vómitos, lesões renais e neurotoxicidade.
A tetania pode resultar de hipomagnesémia (devido a perda renal real). No entanto, a mielossupressão é invulgar com a cisplatina (1).
Referência:
- Tattersall M, Medicine International 1991, 92, 3830-32.
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