Estas dependem da gravidade da fratura, mas podem incluir
- deformidade nasal
- obstrução nasal
- epistaxe
- em algumas fracturas nasais, a epistaxe sem deformidade nasal evidente pode ser o único achado clínico(1)
- edema e equimose do nariz e das estruturas periorbitais
- podem ser observados se o exame for efectuado mais de algumas horas após a lesão.
- A palpação das estruturas nasais pode provocar qualquer crepitação, indentação ou irregularidade do osso nasal.
- lesão dos tecidos moles - inchaço e descoloração dos ossos nasais e da sua vizinhança
- a lesão nasal pode estar associada a outros traumatismos da cabeça e do pescoço (1)
- deve ser considerada a possibilidade de uma fratura facial ou mandibular associada
- para tal, é necessário efetuar uma tomografia computorizada (TC)
- todas as estruturas ósseas da face (eminências malares, rebordos orbitais, arcos zigomáticos, mandíbula e dentes) devem ser cuidadosamente examinadas
- olhos - devem ser observadas a simetria e a mobilidade do olhar(1)
- deve ser considerada a possibilidade de uma fratura facial ou mandibular associada
- um exame interno completo requer o seguinte
- boa iluminação
- sucção
- anestesia
- sprays nasais vasoconstritores.
- um espéculo nasal
- uma lanterna de cabeça
Referências:
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