Esta operação é utilizada na atresia biliar, quando não é possível obter uma anastomose direta da árvore biliar e do intestino.
A razão de ser desta operação é que podem estar presentes no tecido fibroso da porta hepatis restos minúsculos de ductos biliares, representando canais residuais, e em comunicação direta com o sistema de ductos intra-hepáticos.
A operação envolve a transecção da porta hepatis com anastomose da mucosa intestinal na secção proximal da transecção, de modo a permitir a drenagem da bílis.
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