O vólvulo neonatal deve-se normalmente a um defeito de rotação normal do intestino, em que o ceco permanece elevado, muitas vezes com uma banda congénita que atravessa o duodeno, que pode assim também ficar obstruído.
Uma ligação estreita do mesentério suspende o ceco e o intestino médio, que correm assim o risco de desenvolver um vólvulo.
O vólvulo desenvolve-se normalmente logo abaixo da ampola de Vater no duodeno; o vómito é assim corado com bílis.
Se um vólvulo se desenvolver e não for tratado, todo o intestino médio se torna isquémico e, subsequentemente, gangrenoso. A prevenção destas complicações exige um tratamento no prazo de seis horas ou menos a partir do início da doença.
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