Os doentes que sofrem de agorafobia parecem ter antecedentes familiares menos estáveis e, embora não seja clara uma ligação com acontecimentos precipitantes, parece que o início dos sintomas coincide com acontecimentos da vida.
Os estudos familiares revelam que a concordância da agorafobia em familiares de primeiro grau é de 19,9%, semelhante aos achados em familiares com perturbação de pânico. Este facto apoia a ideia de que existe uma perturbação fundamental comum nas duas doenças e que a agorafobia pode ser uma forma grave de perturbação de pânico.
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