A reserpina é um derivado da Rauwolfia, introduzido na psiquiatria em 1953, mas rapidamente substituído pelas fenotiazinas.
Trata-se de um neuroléptico potente com fortes acções sedativas e anti-psicóticas, atualmente abandonado devido aos efeitos secundários graves e frequentes que incluem a síndrome extra-piramidal e a depressão.
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