O tratamento da rotura espontânea das membranas divide-se em medidas tomadas para diagnosticar a doença, para prolongar a gravidez, se esta ocorrer antes das 34 semanas de gestação, ou para fazer o parto, se ocorrer depois desta fase.
O diagnóstico implica a introdução de um espéculo na vagina para verificar se há saída de líquido. A confirmação é obtida através da avaliação do rácio lecitina/esfingomielina do líquido ou do teste da nitrazina.
As medidas antes das 34 semanas incluem
- internar a paciente
- proibir todos os exames de diagnóstico, exceto o inicial, para minimizar o risco de infeção
- realizar um exame de ultra-sons - para avaliar a posição do feto e a quantidade de líquido amniótico - e monitorizar a frequência cardíaca do feto para detetar principalmente a compressão do cordão umbilical
- interromper o trabalho de parto prematuro com agentes tocolíticos para dar tempo à maturação dos pulmões com corticosteróides
- realizar um parto eletivo se houver sinais de infeção
As medidas após as 34 semanas incluem
- se o trabalho de parto não tiver começado espontaneamente dentro de 12 horas, o trabalho de parto pode ser cuidadosamente induzido por infusão de ocitocina diluída.
- Se isto falhar, deve ser efectuada uma cesariana. A apresentação pélvica ou a posição transversal são contra-indicações para a indução.
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