A colecistostomia, que consiste na formação de um estoma entre a parede abdominal e a vesícula biliar, está indicada nos doentes idosos e doentes enfermos com empiema ou mucocele, nos quais a dissecção em torno da árvore biliar seria difícil no momento agudo. Na unidade de cuidados intensivos, a colecistostomia percutânea pode ser utilizada para excluir a vesícula biliar como fonte de sépsis.
Se estiverem presentes, os cálculos são removidos do interior da vesícula biliar numa laparotomia. É utilizado um cateter fino ou um colangiograma para confirmar a existência de uma conduta entre a vesícula biliar e o ducto biliar comum. Um grande cateter de Foley é fixado na vesícula biliar com um fio de bolsa e o fundo da vesícula biliar é suturado ao peritoneu parietal onde o cateter passa através da parede da vesícula.
É efectuado um colangiograma ao fim de sete dias e o cateter é retirado ao fim de dez dias. Se não existirem cálculos após a remoção do cateter, a vesícula biliar fibrosa-se frequentemente e deixa de causar problemas. Se ainda existirem cálculos, estes podem ser extraídos com um coledocoscópio ao longo do trajeto do cateter.
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