Byrne e Long estudaram mais de 2000 gravações áudio e, em 1976, descreveram seis fases da consulta que lhe conferem uma estrutura lógica.
O modelo é útil para analisar consultas "disfuncionais" em que o doente pode ser mal interpretado e ficar insatisfeito, enquanto o médico pode ficar frustrado.
Byrne e Long também descreveram um espetro de estilos de consulta, sendo um extremo centrado no médico e o outro centrado no doente.
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