Bons indicadores de prognóstico:
- início precoce e envolvimento típico - superfícies de flexão
- 90% de resolução no início da adolescência
- pode haver recorrência da doença na idade adulta se houver circunstâncias em que a pele seja submetida a uma tensão excessiva, por exemplo, as mãos de um cabeleireiro
Indicadores de mau prognóstico:
- Deve ser dado um prognóstico mais reservado àqueles em que a doença tem um início mais tardio e/ou um padrão atípico de envolvimento (por exemplo, superfícies extensoras).
Os dados do estudo britânico de coorte de nascimentos de 1958 (1) revelam:
- no contexto de crianças com eczema notificado ou examinado até aos 7 anos de idade
- a proporção de crianças que não apresentavam eczema examinado ou eczema notificado no último ano aos 11 e 16 anos de idade era de 65% e 74%, respetivamente (estas taxas de eliminação "aparente" ou a curto prazo caíram para 53% e 65%, respetivamente, depois de se ter em conta as recorrências subsequentes na adolescência e no início da idade adulta)
No entanto, o Odense Adolescence Cohort Study (TOACS) mostrou que até 50% dos doentes tinham eczema persistente na idade adulta (2)
Referências:
- (1) Br J Dermatol 1998 Nov;139(5):834-9 The natural history of childhood eczema: observations from the British 1958 birth cohort study. Williams HC, Strachan DP.
- (2) Mortz CG et al. Dermatite atópica desde a adolescência até à idade adulta na coorte TOACS: prevalência, persistência e comorbilidades. Allergy 2015;70(7):836-45
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