A ação tóxica da vitamina D é normalmente atribuída aos seus efeitos na homeostase do cálcio, uma vez que os indivíduos afectados se tornam hipercalcémicos e desenvolvem depósitos calcificados metastáticos nos tecidos moles.
No entanto, nos ratos, a morte ocorre antes de se poder desenvolver hipercalcemia, o que sugere que a toxicidade pode ser mediada por um efeito direto nas funções celulares essenciais.
Não é claro se é o 1,25-dihidroxicolcalciferol (cuja concentração plasmática permanece essencialmente inalterada) ou a 25-hidroxi vitamina D (cuja concentração pode ser elevada 20 vezes) que é responsável pelo efeito tóxico.
Referências
- Fraser, D.R. (1995) Vitamin D The Lancet 345;104
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