A avaliação exacta do estado de desidratação continua a ser um passo crucial no tratamento da diarreia (1). A subestimação da deficiência de fluidos pode levar a acidose, distúrbios electrolíticos, lesão renal aguda ou mesmo à morte, ao passo que a sobrestimação pode causar intervenções desnecessárias, estadias hospitalares mais longas e aumento dos eventos adversos nas crianças (1).
As escalas seguintes são normalmente utilizadas para estimar o estado de desidratação com base em sinais clínicos:
- Escala da OMS
- escala de Gorelick - criada no Children's Hospital of Philadelphia
- escala de desidratação clínica (CDS) - criada no Hospital for Sick Children em Toronto
Cada escala também prevê um intervalo ligeiramente diferente para a percentagem de perda de volume (1).
Nota:
- é de notar que as três escalas de desidratação clínica utilizadas num contexto de recursos limitados não foram indicadores precisos de desidratação grave em crianças com diarreia e/ou vómitos (1)
Referência:
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