O BCG intravesical tem sido utilizado para tratar o cancro da bexiga desde o final da década de 1970. Administrado uma vez por semana durante 6-12 semanas, destrói o carcinoma in situ e os tumores superficiais e provoca alterações mensuráveis no sistema imunitário.
O principal problema do BCG intravesical são os seus efeitos secundários:
- "BCG-osis" sistémica com granulomas pulmonares, perturbações da função hepática, febre e mal-estar; requer quimioterapia anti-tuberculosa imediata, pois pode ser fatal
- cistite química
- sintomas semelhantes aos da gripe
Por conseguinte, a BCG é normalmente reservada para
- carcinoma in situ
- tumores superficiais de alto grau, ou seja, pT1G3
- tumores pTa e pT1 que não responderam a outros tratamentos
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