O leucócito que se encontra ao lado da célula endotelial adere então a esta por meio de uma interação complexa entre moléculas de adesão complementares
- em poucos minutos, a histamina e a trombina libertadas estimulam o aparecimento de uma molécula, a P-selectina, na superfície da célula endotelial
- mais tarde, a interleucina-1 e o fator de necrose tumoral favorecem a produção de uma outra molécula endotelial, a E-selectina
- estas moléculas retardam o movimento do leucócito marginalizado, mas não o impedem completamente
- tal só pode acontecer com a expressão de uma segunda vaga de proteínas de ligação. No leucócito, estas são designadas por integrinas. As suas moléculas complementares no endotélio são as moléculas de adesão intercelular - ICAMs - e as moléculas de adesão vascular - PECAMs
- são também necessários co-factores como o cálcio.
Uma perturbação na estrutura das moléculas de adesão pode levar a que os leucócitos não consigam chegar à região da inflamação - deficiência de adesão leucocitária(1).
Referências:
- 1) Anderson, D.C., Springer, T.A. (1987). Deficiência de adesão de leucócitos. Um defeito hereditário nas glicoproteínas Mac-1, LFA-1, p150,95. Ann. Rev. Med. 38, 175.
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