A síndrome neuroléptica maligna é uma reação idiossincrática rara, potencialmente fatal, que ocorre em resposta à terapêutica com medicamentos neurolépticos. Foi notificada para o haloperidol, a clorpromazina e o decanoato de flupentixol.
O síndroma dura 5-10 dias após a interrupção da terapêutica medicamentosa, período durante o qual é necessário o apoio da UCI (1)
Não existe tratamento comprovado, embora a bromocriptina e o dantrolene tenham sido utilizados.
Esta síndrome também pode ocorrer em doentes com doença de Parkinson após a retirada da levodopa ou dos antagonistas da dopamina ou pela adição de lítio (2).
Referências:
- (1) Editorial do BMJ (1993). Quão "maligna" é a síndrome maligna dos neurolépticos? BMJ, 307, 1223-4.
- (2) Prescriber (2001), 12 (5), 43-8.
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