A gestão cirúrgica do prolapso rectal pode ser dividida em 2 categorias:
- abordagem abdominal
- produz resultados superiores e taxas de recorrência mais baixas, mas tem taxas de morbilidade e mortalidade
- envolve a mobilização adequada do reto e a fixação apropriada do reto (por exemplo, retopexia)
- a retopexia pode ser efectuada com sutura e/ou rede
- pode ser efectuada por via posterior ou anterior
- pode ser efectuada por via aberta ou laparoscópica.
- A abordagem laparoscópica, quando efectuada por um cirurgião experiente, parece ter taxas de complicações mais baixas (ou seja, menos complicações da ferida e taxas mais baixas de lesões nervosas) e tem resultados que se comparam favoravelmente com os da reparação aberta.
- perineal
- reservada para os doentes que não toleram métodos intra-abdominais
- pode ser efectuada sob anestesia espinal
- as duas abordagens perineais mais frequentemente utilizadas são os procedimentos de Altemeier e Delorme
- ambos os procedimentos encurtam o reto, reduzindo assim a taxa de prolapso recorrente (1,2,3)
Referências:
- (1) Jones OM, Cunningham C, Lindsey I. The assessment and management of rectal prolapse, rectal intussusception, rectocoele, and enterocoele in adults. BMJ. 2011;342:c7099.
- (2) Academia Americana de Médicos de Família (AAFP). FP Comprehensive 2016 - Preparação para a Direção. Condições anorrectais. Prolapso rectal
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