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Reparação endovascular versus reparação aberta de aneurismas

Traduzido do inglês. Mostrar original.

Equipa de autores

reparação endovascular versus reparação cirúrgica aberta de aneurismas

As potenciais vantagens da reparação endovascular de aneurismas (EVAR) em relação à reparação cirúrgica aberta (OSR) incluem

  • tempo reduzido sob anestesia geral
  • eliminação da dor e do trauma associados a uma grande cirurgia abdominal
  • redução do tempo de permanência no hospital e na unidade de cuidados intensivos (UCI)
  • redução da perda de sangue

As potenciais desvantagens são

  • desenvolvimento de fugas endovasculares (endoleaks), que ocorrem quando o sangue continua a fluir através do aneurisma porque o enxerto não veda completamente (endoleak de tipo I) ou devido ao enchimento do aneurisma a partir de outros pequenos vasos na parede do aneurisma (endoleak de tipo II)
  • os doentes submetidos a OSR não necessitam de qualquer acompanhamento especial, mas os doentes submetidos a EVAR podem necessitar de exames de tomografia computorizada (TC) ou de ultra-sons para verificar a presença de endoleaks tardios
  • se o EVAR não for bem sucedido ou se surgirem complicações durante o procedimento, a conversão para OSR pode ser necessária mesmo em doentes inicialmente considerados inaptos para cirurgia aberta (1)

Reparação cirúrgica aberta, reparação endovascular padrão do aneurisma ou tratamento conservador (2):

  • a reparação cirúrgica aberta deve ser proposta a pessoas com AAA não rotos que cumpram os critérios *, exceto se for contra-indicada devido à copatologia abdominal, riscos anestésicos e/ou comorbilidades médicas
  • considerar a reparação endovascular de aneurismas (EVAR) para pessoas com AAA não rotos que cumpram os critérios * e que tenham copatologia abdominal, como um abdómen hostil, rim em ferradura ou um estoma, ou outras considerações, específicas e discutidas com a pessoa, que possam tornar a EVAR a opção preferida
  • considerar EVAR ou tratamento conservador para pessoas com AAA não rotos que satisfaçam os critérios * que tenham riscos anestésicos e/ou comorbilidades médicas que contra-indiquem a reparação cirúrgica aberta

* Considerar a reparação do aneurisma para as pessoas com um aneurisma da aorta abdominal (AAA) não roto, se este for

  • sintomático
  • assintomático, maior do que 4,0 cm e que tenha crescido mais de 1 cm em 1 ano (medido o diâmetro máximo da aorta anterior-posterior de dentro para fora na ecografia)
  • assintomático e com 5,5 cm ou mais (diâmetro máximo da aorta anterior-posterior medido do interior para o interior na ecografia)

Referência:


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